Visita de alienígenas a Terra - Por Dra. Glaci Ribeiro da Silva

[...] Muitas são as moradas (os mundos) que rolam no Espaço, disse Jesus, e também nos provou ser o nosso Mestre; mas de suas palavras também se infere que este mundo, sendo uma das moradas, é igualmente a escola de que ele é o Mestre. [...] Os planetas que giram em torno do Sol, são outros tantos mundos; portando, outras tantas escolas, para onde e por onde o espírito terá que passar na sua marcha evolutiva para a perfeição – o Grande Foco, sua fonte de origem. [...] (Pinheiro Guedes, em seu livro Ciência Espírita; 8ª ed., p. 181, 1992).

Os adjetivos indígena e alienígena têm origem latina e são antônimos; o primeiro significa quem é nativo, originário da região, da localidade onde mora; já os alienígenas são aqueles nascidos em outro país, ou seja, estrangeiros.

Atualmente, com uma frequência crescente, ouve-se falar dos alienígenas que em seus discos voadores têm visitado nosso planeta. Isso se tornou até o objetivo de uma ciência – a ufologia, que muitos ainda consideram uma pseudociência. Existem, portanto, muito céticos nesse assunto; mas confesso que eu nunca estive entre eles.

 Nesse artigo quero narrar o que os cientistas pensam a esse respeito. Sim meus leitores! A ciência oficial está não somente investigando como, também, divulgando esse assunto através de revistas e livros especializados.

A ciência materialista singrando mares nunca dantes navegados - Por Dra. Glaci Ribeiro da Silva

"Os materialistas, negando a existência do espírito, não deviam falar em psicologia, ciência que se ocupa, não das funções cerebrais, mas das faculdades ou operações íntimas do espírito; entretanto, todos empregam esse termo, ainda mesmo quando tratam das faculdades atribuídas por eles às funções cerebrais, com o título de fenômenos psicológicos, dando à luz trabalhos que se referem à psicologia da atenção, da consciência, da memória, do caráter, do amor, etc." (Luiz de Mattos. Pela verdade: a ação do espírito sobre a matéria, 1983, p. 191.)
Leitura RC - mês de junho/2016

Apesar de todo o avanço  científico e tecnológico existente nos dias atuais, a maioria dos cientistas continua ainda errando de um modo primário ao tomar como base para interpretar fatos e criar teorias unicamente o corpo físico deixando de lado a mente – a parte mais importante do ser humano.

E esse modo de agir dos homens de ciência não é novo; ele vem de longa data poisquase um século, Luiz de Mattos, o grande Mestre espiritualista, em seu livro Pela verdade – a ação do espírito sobre a matéria   procurava alertar os médicos e cientistas da época por esse tipo errado de critério que vinham adotando.

Embora a maioria dos cientistas continue insistindo nesse erro crasso, o mais preocupante agora é a contaminação que várias áreas de ciências humanas que sempre se dedicaram ao estudo da mente, têm sofrido com as idéias materialistas dos pesquisadores da biomedicina.

A criação das ciências cognitivas – uma área interdisciplinar que reúne profissionais tanto de ciências humanas como de biomedicinaveio potencializar ainda mais essa contaminação, pois muitos psicólogos, por exemplo, têm-se envolvido cada vez mais com as pesquisas dos neurocientistas, cuja meta principal tem sido ultimamente visualizar as diferentes funções cerebrais através de técnicas de neuroimagem e usar esses conhecimentos na elaboração de um mapa cerebral.

O primeiro mapa cerebral de que se tem notícia encontra-se num papiro datado de 3000 a 2500 a.C. e foi provavelmente organizado como um guia para aqueles que praticavam a trepanação, uma prática comum entre os antigos egípcios.

Esquizofrenia: dualismo entre materialismo e espiritualismo – Por Dra. Glaci Ribeiro da Silva

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Os distúrbios da alma não se curam com drogas nem com eletricidade  (...) visto que não sendo material a causa, não se lhe pode aplicar terapêutica  material mas a psíquica (...). (Luiz de Mattos, no livro Pela Verdade: Distúrbios da Alma,1983, insert p. 77.)

Em filosofia, o termo “dualismo” significa a coexistência de dois princípios ou posições opostas.

Neste capítulo, queremos analisar a dualidade existente entre dois tipos diferentes de ciência – a medicina e a doutrina racionalista cristã.

Essa análise será feita através da comparação da conduta adotada por essas duas ciências em relação às doenças mentais, usando-se como protótipo delas a esquizofrenia.

A ciência médica e a ciência racionalista cristã possuem raízes filosóficas antagônicas, pois enquanto a primeira, por ser materialista, nega a existência do espírito, a doutrina racionalista cristã está toda fundamentada no espiritualismo, ou seja, na existência da vida fora da matéria e na existência do espírito.

Fenomenologia psíquica e fenômenos físicos: ampliando horizontes – Por Dra. Glaci Ribeiro da Silva

(...) Os que apenas se restringem a apreciar os fenômenos físicos, fechando o raciocínio à análise de fenomenologia psíquica, possuem uma visão bem estreita das coisas espirituais. A dialética desses seres girando dentro de um círculo de acanhadas dimensões, desaparece diante do vasto cenário ocupado pela ciência psíquica. (...) (Racionalismo Cristão, 42. ed., p. 211.)

Lamentavelmente, a mediunidade – uma das mais importantes faculdades do espírito – tem sido um tema muito pouco estudado pela ciência oficial.

O médium é um elemento de ligação entre o plano físico e o psíquico; quanto mais sensível ele for, maiores serão suas possibilidades de captar vibrações do espaço; essas vibrações podem ser de diferentes tipos e, a cada vibração que for captada, um fenômeno correspondente será produzido.

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A mediunidade é inata em todos os seres humanos e manifesta-se através de várias modalidades. A do tipo intuitiva está presente em todos os humanos, sua intensidade, porém, varia de indivíduo para indivíduo, pois ela vai sendo lapidada, aperfeiçoada de encarnação em encarnação.

As manifestações da faculdade mediúnica variam de indivíduo para indivíduo, de acordo com o seu temperamento, o sistema nervoso, o sentimento que o anima, a sensibilidade e o grau de evolução.

Além da intuitiva, existem também outros tipos de mediunidade tais como a olfativa, a auditiva, a psicográfica, a de incorporação e a vidente.

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O médium vidente é capaz de captar as vibrações da luz astral, enquanto as retinas dos olhos humanos captam somente as vibrações da luz solar. Isso explica por que alguns cegos, cujas retinas são incapazes de captar vibrações da luz solar, sejam, no entanto, dotados de vidência. Por esse mesmo motivo, a vidência ocorre tendo o médium tanto os olhos fechados como abertos.

O corpo físico e suas metamorphoses – Por Dra. Glaci Ribeiro da Silva

A crisálida tece o seu casulo; é um viaduto sobre o maior dos abismos. A metamorfose é a base da Evolução. (Ciência espírita, Pinheiro Guedes.)
O significado do termo “metamorfose” (do grego, metamórphosis) no seu sensu stricto é “transformação de um ser em outro”. Com esse sentido ele é frequentemente empregado para designar a mudança de forma que ocorre na vida de certos animais, como os insetos e os batráquios. Mas, tanto no sentido amplo (sensu lato) como no sentido figurado, esse termo é usado como sinônimo de “mudança”, de “mutação” e de “transformação”.
Jogando com esses vários significados da palavra “metamorfose” Pinheiro Guedes – o brilhante médico espiritualista brasileiro – definiu “evolução”. Para ele, evoluir é mudar, é transformar-se radicalmente, da mesma forma que uma lagarta pode dar origem a uma borboleta.